Aula Aberta de AIKIDO e JODO

O ISSHIN DOJO | LX Factory promove uma Aula Aberta com o objectivo de dar a conhecer as disciplinas de AIKIDO e Shinto Muso Ryu JODO.
Venha conhecer e experimentar duas das artes da tradição marcial Japonesa!

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AIKIDO
Com origem no Séc. XX, o AIKIDO é a arte da “não-resistência”, um conceito que não deve ser confundido com inacção ou passividade. A “não-resistência” deve ser entendida como uma aceitação do ataque do parceiro para, integrando-o no nosso movimento, podermos neutralizá-lo com o menor esforço possível.

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JODO
Com o nome completo de Shinto Muso Ryu Jodo, é uma antiga arte marcial japonesa (koryu) com origem no séc. XVII. Fundada por um mítico samurai de nome Muso Gunosuke, tem por objectivo com um bastão de madeira (jo) derrotar um oponente empunhando um sabre.

As aulas serão orientadas por JOÃO TINOCO, 4º Dan Aikikai de Aikido e responsável pelas aulas de Jodo no Isshin Dojo, sob a tutela da Federação Internacional de Jodo e Seiryukai.

HORÁRIO
Aikido | 16H00 > 17H15
Jodo | 17H30 > 18H45

ENTRADA LIVRE
[Trazer roupa confortável ou um keiko gi (kimono) no caso de já ter]

MAIS INFORMAÇÕES:
www.isshindojo.com
E-mail: isshindojo.lx@gmail.com
Tel. +351 918228949

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DANÇA CONTEMPORÂNEA – Aula Aberta

Ontem, domingo 17 de Março, inaugurámos as aulas de DANÇA CONTEMPORÂNEA no ISSHIN DOJO | LX Factory, com uma Aula Aberta orientada pela nossa professora SOFIA FREIRE DIOGO.

Para o grupo que se reuniu e que incluiu tanto pessoas com alguma experiência em dança como iniciados, foi uma ocasião para ficar a saber um pouco mais sobre esta disciplina e sobre como serão as futuras aulas regulares.

Aqui fica uma pequena reportagem fotográfica de uma tarde bem passada.

As aulas de DANÇA COMTEMPORÂNEA no ISSHIN DOJO, serão aos sábados das 17:00 às 18:30. Para mais informações, escreva-nos para isshindojo.lx@gmail.com, ligue para o 918 228 949 ou vá ao nosso site em www.isshindojo.com.

DANÇA CONTEMPORÂNEA | Aula Aberta

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A partir do mês de Março, O ISSHIN DOJO | LX Factory passa a contar com mais uma disciplina: a DANÇA CONTEMPORÂNEA. Nesse âmbito, irá promover no sábado dia 17 de Março, uma Aula Aberta desta disciplina sob a orientação da professora SOFIA FREIRE DIOGO.

Apareçam; a entrada é livre! Pedimos apenas que façam uma pré-inscrição através dos contactos indicados abaixo. Mais informações no evento: https://www.facebook.com/events/1869073006496073/

ISSHIN DOJO | LX Factory
17 de Março, sábado. 17H00 > 18H30
ENTRADA LIVRE
> Nível aberto
(trazer roupa confortável)
> Inscrição prévia para: isshindojo.lx@gmail.com ou +351 918 228 949

Atelier de Tenchi Tessen no Isshin Dojo

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No passado domingo 25 de Fevereiro, organizámos no ISSHIN DOJO | LX Factory o nosso primeiro Atelier de TENCHI TESSEN orientado pela professora ANA OLIVEIRA. Pudemos contar neste evento, que teve como título “A Espiral Inspirada”, com um grupo animado de praticantes que incluía alguns já com muita experiencia lado a lado com principiantes.

Como o título indicava, trabalhou-se em profundidade o tema da espiral nesta arte de movimento, mas também, não menos profundamente, o papel da respiração durante a prática e a sua relação com a própria espiral.

Muito obrigado a todos os que participaram e muito em particular à ANA OLIVEIRA pelo excelente dia. Este foi o nosso primeiro Atelier, mas o segundo já está a ser preparado… e o terceiro também 🙂 Em breve daremos novidades.

Como gostamos de fazer nestas ocasiões, deixamos uma recordação do evento. Aqui ficam portanto algumas imagens.

 

O MITO DA EFICÁCIA

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Começo por propor o seguinte exercício: Veja as imagens abaixo. Faça, de cabeça, uma lista das artes marciais que conhece e que pode encontrar num clube ou num ginásio perto de si. Agora tente associar cada uma das artes de que se lembrou a uma ou duas destas fotografias. Conseguiu? Quais destas imagens se parecem com a ideia que tem de uma aula ou treino de artes marciais?

Suspeito que chegará à mesma conclusão que eu: não há grande relação entre uma coisa e outra. E no entanto, milhares de pessoas, crianças, jovens e adultos, homens e mulheres, continuam diariamente a praticar Judo, Karate, Aikido, Jiu-Jitsu, Taekwondo, Kung Fu e uma enorme quantidade de artes de luta mais ou menos antigas, com mais ou menos tradições.

E porque é que temos hoje tantas artes e tão diferenciadas? Fundamentalmente, e não falando já de razões de ordem filosófica ou espiritual, porque treinamos formas que nasceram com finalidades diversas em contextos distintos e porque, fundamentalmente, treinamos apenas segmentos daquilo que seriam tradições de combate complexas e multifacetadas. Treinemos por que razão treinemos, fazemo-lo ao fim do dia duas ou três vezes por semana, ou aproveitando o intervalo para almoço entre duas reuniões. Um koryu (antiga escola) japonês, por exemplo, era em regra geral composto por técnicas de combate com várias armas e podia incluir, ou não, formas de combate corpo a corpo que iam desde as formas simples de luta às técnicas para derrubar e atar um prisioneiro ou ao combate dentro de água. Um universo, portanto, muito diferente daquele no qual nos movemos e que, a ser replicado, exigiria que lhe disponibilizássemos muito mais do que os tempos livres.

Assim sendo, faz sentido a pergunta que, como professor de Aikido, frequentemente oiço acerca da eficácia da minha disciplina? Será o Aikido eficaz? A resposta a esta pergunta só pode ser outra pergunta: Eficaz para quê?

Vejamos o que nos diz o dicionário acerca do conceito de eficácia:

eficácia
1. qualidade do que produz o efeito esperado; qualidade do que é eficaz
2. capacidade de cumprir os objetivos pretendidos
3. força para produzir determinados efeitos
(Infopédia)

Como vemos nos pontos acima, há em todos eles a ideia de cumprir uma meta proposta, seja ela qual for, sem nunca definir um tipo particular de objectivo. Ora, a ideia de eficácia que quem geralmente faz esta pergunta tem na cabeça, está frequentemente associada à ideia de vitória. Alguma coisa só será eficaz se se superiorizar a outra. No caso do Aikido, é como se me perguntassem “estudando Aikido consigo vencer uma luta na rua?”

Acontece que “uma luta de rua” é uma coisa que não existe. Existem, sim, lutas de rua com as mais diversas formas, e daí a resposta que referi acima: “Eficaz para quê?” Para lutar a soco e pontapé com um alguém que nos quer assaltar? Para nos desenvencilharmos de um ataque de um grupo? E quem nos ameaça, está armado? Com que tipo de arma? Uma pistola ou uma arma branca? E se eu cair no chão? E se estiver com alguém cuja vida tenho que proteger tanto como a minha?

É fácil de compreender que nada do que se estuda nos prepara para todas as situações. Algumas das artes a que temos acesso hoje em dia estudarão eventualmente situações mais orientadas para aqui ou para ali, outras estudarão princípios gerais que podem ou não ser aplicados, outras são apenas desportos. Em todas elas estaremos sujeitos a um factor muito importante: Regras, sejam elas as do desporto ou de segurança no dojo. Naquilo a que geralmente os candidatos a artista marcial chamam “realidade” ou “rua”, não há regras e isso faz toda a diferença. Dificilmente três horas por semana num ginásio nos prepararão para tal coisa.

Teremos então que esquecer o conceito de eficácia? Não necessariamente. Há muitos anos ouvi um grande mestre de Karate, um 8º Dan já de idade avançada, dizer num estágio: “O Karate serve para eu me tornar um melhor Ser Humano”. Para este homem, a eficácia da arte que praticava estava muito para além de conseguir derrotar alguém “numa situação real”. Seria tanto mais eficaz quanto melhor pessoa se tornasse. E para cada um, cada arte poderá ser eficaz de forma diferente. Para perder o medo, para melhorar a coordenação motora, para melhorar a autoconfiança, para reduzir o stress. E evidentemente, se se quiser, para aprender a combater em determinadas circunstâncias. Mas só nessas.

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Mais do que pensar na eficácia, gostava que quem procura uma arte marcial o fizesse acima de tudo porque dela retira prazer. Quando escolhemos uma actividade para ocupar o pouco tempo que temos livre, devemos acima de tudo escolhê-la como se escolhe a roupa que se usa. Temos que nos sentir confortáveis com ela ao ponto de não nos lembrarmos que a temos vestida.

As artes marciais podem ser um veículo de valores, nomeadamente nas aulas dirigidas a crianças, uma forma de descobrir e trabalhar o corpo ao mesmo tempo que se trabalha a mente ou uma porta para conhecer outras culturas e formas de ver o mundo. Poderá ser uma excelente fonte de prazer e de desenvolvimento pessoal, muito para além da preocupação com a vitória sobre um inimigo que, em última análise, poderá até nunca surgir.

João Tinoco
Instrutor de Aikido, 4º Dan Aikikai

AIKIDO | Semana de Aulas Abertas no GINÁSIO CLUBE PORTUGUÊS

Aulas abertas Aikido Fevereiro 2018_Page_2Nos  próximos dias 19, 21 e 23 de Fevereiro, as aulas de AIKIDO do GINÁSIO CLUBE PORTUGUÊS são abertas a todos os interessados em participar, tenham ou não experiência.

Para fazer uma aula connosco, basta aparecer um pouco antes e contactar a recepção do clube onde todas as informações necessárias serão dadas. As aulas têm o seguinte horário:

Segundas, quartas e sextas, das 12H30 às 13H30 (Gin. 43)

Aqui fica o convite para participar e divulgar!

Kagami Biraki 2018

No passado domingo dia 21 de Janeiro, organizámos no ISSHIN DOJO | LX Factory o nosso Kagami Biraki, a festa de ano novo japonesa que se comemora nos dojos um pouco por todo o mundo. Para nós, foi uma ocasião para uma verdadeira festa de família.

Começámos com uma prática de Aikido aberta a todas as idades, com crianças e mais velhos a terem a oportunidade rara de praticar juntos. Alguma vergonha inicial por parte dos mais novos, que tinham a missão de escolher um parceiro mais velho, foi rapidamente vencida e a prática correu sobre rodas. No fim, o habitual jogo foi reservado apenas aos mais pequenos.

A seguir vieram as demonstrações das classes de Aikido, Tenchi Tessen e Shinto Muso Ryu Jodo. Foi a oportunidade de todos os alunos mostrarem um pouco do que fazem nas respectivas aulas, sem outra preocupação que não fosse ter prazer nos movimentos que apresentaram.

A tarde acabou com um pic-nic no tapete. Cada participante trouxe um contributo para o lanche, partilhado por budocas, amigos e famíliares que se quiseram juntar a nós.

Aqui ficam algumas imagens de um dia muito bem passado!